quinta-feira, 12 de julho de 2012
Osún minha mãe
terça-feira, 10 de julho de 2012
Obatálá
sexta-feira, 6 de julho de 2012
A beleza de um Iaô
sábado, 29 de outubro de 2011
Eu e o Candomblé

terça-feira, 20 de setembro de 2011
Meu PAI

Jose Mendes Ferreira Geleju Adelabu III, tetraneto de Zumbi dos Palmares, nasceu em um bairro periférico do Município de União dos Palmares, Estado de Alagoas, conhecido como Moquém.
Sua arvore Genealógica inicia-se com:
Soba (Rei) Gungardin, nascido em Janga - Angola África, casado com a Princesa Cuxica nascida em Benguela Angola – África.
Ganga Zumba, nascido na Serra dos Macacos, em União dos Palmares – Alagoas, casado com a Princesa Alaquetuche, filha do Rei da Guiné.
Soba (Rei) Zumbi dos Palmares, casado com a Princesa africana Ade Lola da Cidade de Ijebu Ode uma cidade do estado de Ogun, na Nigéria – África. E com a branca fazendeira Maria Paim, a que consta na historia. Com a Princesa Ade Lola teve cinco filhos entre eles a minha trisavò:
Zimba Gana, princesa brasileira conhecida como Dandara, nascida em 1758.
Bisavô – Soba (Rei) Jumbela Adelabu Gana, casado com a índia Jupira.
Avô – Onoyo Geleju Jamba Gana 1860, casado com a Princesa Isabel Olamio Jamba Geleju.
Meu Pai – Soba (Rei) Manoel Mendes Ferreira, cujo nome africano é Manoel Geleju Adelabú Jamga – 1893.
Materna:
Tetravó – Índia Muira Ubi, batizada como Dona Maria do Espírito Santo do Arco Verde, filha do cacique Velho Tabajara, casada com Dom Jerônimo de Albuquerque, cunhado de Dom Duarte Coelho Pereira, Governador da Capitania Hereditária
Trisavô – Cacique Jubelo Quixaba, índio da Tribo Panagaba
Bisavô – Cacique Carbonel da tribo Caeteés, casado com a índia Chi-Chui
Avô–Cacique Enael Gajuru, da tribo Caetés.
Mãe – Domingas Agaphyto Mendes, nome indígena Flor Bela do Açaí,
Casou-se com o princepe africano Soba Manoel Geleju Jamba, batizado com o nome de Manoel Mendes Ferreira.
Jose Mendes Ferreira, menino pobre, que saiu do Quilombo dos Palmares, com Hum ano de idade, dentro de um casuá (cesto) no lombo de um burrico, puxado pelos seus pais, perambulando em busca de uma vaga de trabalho nos engenhos das usinas açucareiras de Alagoas.
Durante a sua infância foi descoberta a sua paranormalidade e o dom para ser sacerdote do culto aos ancestrais os Orixás. De onde tem tido uma exemplar atuação, de reconhecimento internacional, onde construiu templos em vários Países do Continente Europeu Pois em sua trajetória religiosa, teve como mentores Tia Marcelina, Mestre Felix, Mestre Aurélio, Mestre Foguinho, Manoel Geleju que veio da áfrica ao Brasil em companhia do Pai Adão, este Alagoanos estão retratados no museu de Maceió. Na adolescência foi iniciado no Baturité por Mestre Berílio Gomes, Iniciado no Culto Dahomeano no Vodun Loko por Nicolau Tolentino de Meneses da cidade de Cachoeira de São Felix Bahia. Iniciado na Cultura Jeje Poço Beta, por Manoel Victorino da Costa (Manoel Falefá), no bairro de São Caetano, Bahia. Com a morte de Falefá, foi iniciado na cultura Ketú por Maria Escolástica de Nazaré (Mãe Menininha dos Gantois) e Manoel Cerqueira de Amorin. Ecerrando sua trajetória religiosa no Brasil com a Iyalorixa Regina Pereira Sauze Bogbose Abitiku.
Iniciado no Culto de Egungun Noko na Nigéria África, consagrando-se Oluwô do culto Awó (Iyamim Osorongá).
Iniciado sacerdote do Vodun do Haiti pela sacerdotisa Haitiana Ângela Gromambo, onde fundou o culto ao Vodun no Brasil.
Para aprimorar seus conhecimentos acompanhado pelo adido cultura da Embaixada da Nigéria, mudou-se para África por 8 anos, onde foi iniciado no culto de Ifá, babalawô (Padre) em seguia Oluwô (Bispo), Adbonã (Cardeal) por ultimo Arabá (Papa ou Sumo Sacerdote).
Cursou o ensino Fundamental na Cidade de Utinga Leão no estado de Alagoas
Cursou o ensino Médio na Colégio Dom Bosco, em São Paulo,
Cursou Enfermagem no Instituto Cientifico de Química na Cidade de Rio de Janeiro.
Cursou o curso de Protético no Instituto Técnico de Iniciação Profissional na Cidade do Rio de Janeiro.
Cursou Odontologia – Faculdade de Odontologia do Triangulo Mineiro.
Cursou Teologia – (Ancestral Religion) Universidade de Osogbo Ogun State- Nigéria.
É, Dr em Biopsicoenergetica pela Univerdidad de Biopsicoenergetica La Argentina.
Doctor Socil Sciences pela Universitas Internationalis Studiorun Superiorum - Pró Déo.
PHD – Philosofy Doctor on African Religions – International Biopsychoenergetics University of North America- Ibuna - Flórida USA.
Professor do idioma africano Iyorubá.
Aqui fica a apresentação de meu, Pai Mendes de quem tenho orgulho em puder dizer que sou seu filho, e que muito aprendi/aprendo com ele. Será certamente o melhor sacerdote da religião que alguma vez existiu. É juntamente com Mãe Menininha e Mãe Senhora, uma das pessoas que mais fez pela religião. A sua personalidade faz com que tenhamos além de um pai, um bom amigo.
Garafá Bábá
quarta-feira, 20 de julho de 2011
A vida terrena
Nasceu em 10 de fevereiro de 1894. Foi a quarta Iyálorixá do Terreiro do Gantois e a mais famosa de todas as Iyálorixá brasileiras. Sucessora de sua mãe, Maria da Glória Nazareth, foi sucedida por sua filha, Mãe Cleusa Millet. Descendente de escravos africanos, ainda criança foi escolhida para ser Iyálorixá do terreiro Ilê Iyá Omi Axé Iyamassê, fundado em 1849 por sua bisavó, Maria Júlia da Conceição Nazaré, cujos pais eram originários de Agbeokuta, sudoeste da Nigéria.
O terreiro, que inicialmente funcionava na Barroquinha, na zona central de Salvador, foi posteriormente, foi transferido para o bairro da Federação. Situado num lugar alto e cercado por um bosque, o local de difícil acesso era bem conveniente numa época em que o candomblé era perseguido pelas forças da ordem.Maria Escolástica foi apelidada Menininha, talvez por seu aspecto franzino. “Não sei quem pôs em mim o nome de Menininha… Minha infância não tem muito o que contar… Agora, dançava o candomblé com todos desde os seis anos”. Foi iniciada no culto dos orixás de Keto aos 8 anos de idade por sua tia-avó e madrinha de baptismo, Pulchéria Maria da Conceição (Mãe Pulchéria), chamada Kekerê - em referência à sua posição hierárquica, Iyá kekerê (Mãe pequena). Menininha seria sua sucessora na função de Iyalorixá do Gantois. Com a morte repentina de Mãe Pulchéria, em 1918, o processo de sucessão foi acelerado. Por um curto período, enquanto a jovem se preparava para assumir o cargo, sua mãe biológica, Maria da Glória Nazareth, permaneceu à frente do Gantois.
"Minha avó, minha tia e os chefes da casa diziam que eu tinha que servir. Eu não podia dizer que não, mas tinha um medo horroroso da missão (...): passar a vida inteira inteira ouvindo relatos de aflições e ter que ficar calada, guardar tudo para mim, procurar a meditação dos encantados para acabar com o sofrimento."
Em 1922, através do jogo de búzios, os orixás Oxóssi, Xangô, Oxum e Obaluaiyê confirmaram a escolha de Menininha, então com 28 anos. Em 18 de Fevereiro daquele ano, ela assume definitivamente o terreiro. "Quando os orixás me escolheram eu não recusei, mas balancei muito para aceitar", contava.
A partir da década de 1930, a perseguição ao candomblé vai arrefecendo, mas uma Lei de Jogos e Costumes, condicionava a realização de rituais à autorização policial, além de limitar o horário de término dos cultos às 22 horas. Mãe Menininha foi uma das principais articuladoras do término das restrições e proibições. "Isso é uma tradição ancestral, doutor", ponderava a ialorixá diante do chefe da Delegacia de Jogos e Costumes. "Venha dar uma olhadinha o senhor também."
Mãe Menininha abriu as portas do Gantois aos brancos e católicos - uma abertura que, em muitos terreiros, ainda é vista com certo estranhamento. Mas afinal, a Lei de Jogos e Costumes foi extinta em meados dos anos 1970. "Como um bispo progressista na Igreja Católica, Menininha modernizou o candomblé sem permitir que ele se transformasse num espetáculo para turistas", analisa o professor Cid Teixeira, da Universidade Federal da Bahia. Nunca deixou de assistir à missa e até convenceu os bispos da Bahia a permitir a entrada nas igrejas de mulheres, inclusive ela, vestidas com as roupas tradicionais do candomblé.[4]
Aos 29 anos, Menininha casou-se com o advogado Álvaro MacDowell de Oliveira, descendente de escoceses. Com ele teve duas filhas, Cleusa e Carmem. “Meu marido, quando me conheceu, sabia que eu era do candomblé… A gente viveu em paz porque ele passou a gostar de Candomblé. Mas, quando fui feita Iyalorixá, passamos a morar separados. No meu terreiro, eu e minhas filhas. Marido não. Elas nasceram aqui mesmo”.
Mãe Menininha do Gantois faleceu de causas naturais, aos 92 anos de idade.
in Wikipédia
Existem pessoas que vêm ao mundo terreno apenas com a missão de nos ensinarem, de nos fazerem entender que a vida, é mais do que dinheiro, poder, e riqueza. Devemos sempre lembrar de quem precisa e ajudar quem nos procura a ter uma vida melhor e mais feliz. Mãe Menininha quase se confunde com o própria religião, ajudou a crescer, e a fazer da ancestralidade do candomblé o que é hoje. Preservemos todos os ensinamentos que ela nos trouxe
terça-feira, 19 de julho de 2011
Macumba????

“A primeira definição de Macumba que se encontra em qualquer dicionário é de: antigo instrumento musical de percussão, espécie de reco-reco, de origem africana, que dá um som de rapa (rascante); e Macumbeiro é o tocador desse instrumento.”
Ora este instrumento era usado e ainda se encontram casas, terreiros que usam este mesmo instrumento nas suas giras. Durante muitos anos e devido a utilização deste instrumento, era costume ouvir entre frequentadores de terreiros, “vou á macumba”, “vou ver a macumba”, usados numa frase que tinha como sentido dar a indicação que iam cultuar a sua fé e as entidades que protegiam a casa onde se dirigiam, ouvindo e recebendo a sua energia positiva, para que a usassem da melhor forma
Infelizmente hoje em dia, o termo é usado para se referir a bruxaria e feitiçaria e fazem essa associção aos cultos afro, como a Umbanda e o Candomblé. Nada mais errado, esta associação. Um terreiro é a cara da pessoa que o dirige, de quem o frequenta quer como médium, quer como mero assistente na gira, e claro das maravilhosas entidades que ajudam quem de facto precisa.
Jamais uma casa séria, de gente respeitável e de sobretudo de fé, se pratica bruxaria, feitiçaria ou o quer que seja com objectivo de prejudicar quem quer que seja, jamais volto a repetir. Claro que existe gente sem escrúpulos que o pode fazer, mas será que também não existe gente dessa estirpe noutras religiões? Claro que existe, como disse um dia Pai Agenor de Miranda, todas as religiões são boas, os seus praticantes é que a podem fazer ir para o caminho errado.
Lembram-se antes de apontar o quer que seja, que a cor usado em festas, giras de Umbanda é Candomblé é o branco, a cor da pureza, da bondade. Qualquer uma destas religiões apregoa a igualdade e a fé, e um homem de fé apenas procura o bem e nunca o mal.....
Axé


